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headnod vol.2

samples japoneses

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do bRasiL

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Endorphins MixTape.png

O Japão tem o segundo maior mercado musical do mundo.

Mas além de consumir nos mais diversos formatos, os japoneses também produzem muito. Infelizmente, poucos projetos e artistas ganharam evidência no Brasil. É por isso que no segundo volume da Headnod Mixtape, a Endorphins Lab decidiu focar em samples de música japonesa, por ela ser rica, única, peculiar e com timbres e instrumentos característicos da cultura local. Essa identidade está presente nos mais diferentes estilos musicais, desde o pop ao jazz fusion, rock progressivo e funk. 

 

“Isso é um parque de diversões para os beatmakers, porque tudo isso traz um frescor para que eles criem a partir desses samples”, diz ALLB, produtor executivo da Endorphins. “Também tem um pouco de ligação com as histórias dos samurais, mangás, quadrinhos. O Wu Than Clan, por exemplo, usou muita referência de música japonesa. Isso tem uma certa relação também com a história do Hip Hop. E essa também é uma forma de celebrar as Olimpíadas que será realizada em Tóquio”.

 

No processo de seleção, os mais de 40 beatmakers tiveram a oportunidade de enviar dois instrumentais -sendo escolhidos apenas um deles -, seguindo critérios pré-definidos: beats predominantemente instrumentais, tipo headnod (cheios de groove, suingue e balanço, que fazem o pescoço dançar), e samples de qualquer estilo japonês (tradicional, jazz, funk). 

 

De quase 60 produções enviadas, apenas 23 foram escolhidas após uma minuciosa avaliação feita por ALLB, Pietro Domiciano, Vinícius Moscato e parceiros da Endorphins. Na lista final de selecionados, entraram sons do SonoTWS, Leopac, Rafa Jazz, Goribeatzz, NIghtmare Beats, CMYK, Guta, Sark, Acaso, Lucasbin e MAIS. Todos conseguiram imprimir o próprio estilo, usando diferentes elementos da musicalidade nipônica. Apesar da singularidade, eles se complementam. A soma de todos cria a cadência necessária para manter o pescoço balançando sem parar ao longo de 60 minutos.  

 

“Esse projeto tem como propósito promover o trabalho beatmakers. Por isso, criamos um material que represente a essência deles que são os instrumentais. Essa é a grande matéria prima gerada pela cultura musical”, observa ALLB. “O propósito da Endorphins é dar "voz" a esses profissionais, que normalmente ficam relegados ao segundo plano, pois o MC acaba tendo o papel de protagonismo. A gente quer que a inspiração, a viagem e a jornada musical seja feita através das pesquisas e sons produzidos por eles.  “O beatmaker é um fornecedor, um artista, um artesão de batidas que, hoje, não se limita mais ao hip hop”.

 

O volume 2 da maior coletânea de beats do Brasil chega em todas as plataformas digitais no dia 16/07 (Link pré-save). Na versão para Bandcamp, Soundcloud e (da futura) fita K7 terá duas bônus tracks, sendo uma assinada pelo Bala de Banana S.A e a outra de autoria do Aeoner.

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